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Laptop Reciclável












A tecnologia para criar laptops de papel descartável não é algo muito comentado por aqui ainda, mas o conceito é bastante interessante. O laptop é inteiramente feito de papel reciclável, o que parece ser a parte mais fácil. Mais complicado, contudo, seria a tecnologia no âmbito do cartão, necessários para executar o dispositivo.






E já que é um computador portátil descartável e que também precisa ser capaz de reciclar o laptop de papel rápido e sem quaisquer resíduos indesejáveis. O computador seria feito de camadas diferentes que podem ser substituídas, sempre que ficar danificado, assim você não teria que jogá-lo fora imediatamente. Em vez disso você seria capaz de mantê-lo a usá-lo, enquanto envia para reciclagem o material danificado.






Este é um projeto idealizado pelo Designer Je Sung Park, ainda não disponível no mercado!






Fonte: Yanko



Via : Politicas de uma Aprendiz
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Pilha NoPoPo é recarregada com água



O nome da nova pilha da empresa japonesa Aqua Power System pode até fazer rir: NoPoPo. Mas, o seu significado (No Pollution Power) mostra que o dispositivo não está para brincadeira. Com pretensões de revolucionar o mercado de baterias, a NoPoPo pode ser recarregada com água.

Ela demorou cinco anos para ser desenvolvida. E, por enquanto, só pode ser usada em objetos pequenos, geralmente alimentadas por pilhas AA. Pelas fotos no site do fabricante, os pacotes com duas ou quatro pilhas já vêm com uma seringa, utilizada para injetar água ou outro líquido nas NoPoPos. Segundo os desenvolvedores, isso é suficiente para mantê-la funcionando por até 15 horas.

A Aqua Power System pretende colocar as NoPoPos no mercado europeu até o final do ano.


Fonte: INFO Abril

quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Veja dicas para resolver alguns problemas de tecnologia

Paul Boutin


A tinta acabou antes da impressão? O secador de cabelo pode estender a vida do cartucho um pouco mais

A tinta acabou antes da impressão? O secador de cabelo pode estender a vida do cartucho um pouco mais

No caixa da Smoke Shop nº 2, no centro de San Francisco, Sam Azar estava tentando passar o cartão de crédito de um consumidor pela máquina de leitura. A máquina não reconheceu o cartão. Azar insistiu, mas sem resposta. A fila começava a crescer, e por isso ele apanhou um saco plástico por sob o balcão, cobriu o cartão com o plástico e o passou de novo pela máquina. Sucesso.

Truques como esse devem se tornar comuns em uma situação de crise econômica, e embora alguns deles ¿ como o do saco plástico usado por Sam Azar para permitir a leitura do cartão - funcionem sem que ninguém saiba como, ou ocasionalmente nem mesmo funcionem, muitos dos truques caseiros para resolver problemas de tecnologia têm alguma base científica.

Celular que perde carga
Se seu celular perde a carga rapidamente quando está ocioso em seu bolso, parte do problema pode ser que seu bolso seja muito quente. "As baterias de celulares de fato duram um pouco mais se estiverem frias", diz Isidor Buchanan, editor do site Battery University.

A temperatura de 37 graus do corpo, transmitida ao celular pelo tecido do bolso, basta para acelerar os processos químicos no interior das baterias. Para mantê-lo mais frio, carregue-o no cinto ou na bolsa.

Controle remoto de chave de carro Suponha que controle remoto de abertura de seu carro não tenha alcance para abri-lo do lado oposto do estacionamento. Tim Pozar, um engenheiro de rádio do Vale do Silício, recomenda segurar o metal do chaveiro contra o queixo, porque isso transforma toda sua cabeça em uma antena. Pozar diz que "o resultado não é ótimo, mas o truque funciona".

Cartucho de tinta seco Caso o cartucho de tinta de sua impressora seque perto do final de um trabalho importante, remova-o e aponte o ar de um secador de cabelo contra ele por alguns minutos. Depois, reinstale o cartucho e conclua a impressão enquanto ele ainda está quente.

"O calor aquece a espessa tinta e ajuda a fluir", diz Alex Cox, engenheiro de software em Seattle. O truque rende algumas páginas adicionais de impressão mesmo que a impressora anuncie que o cartucho está vazio.

Celular no vaso sanitário Pode acontecer a qualquer um: derrubar o celular no vaso sanitário. Remova a bateria imediatamente, para impedir curto circuitos que destruam as frágeis conexões internas. Enxugue gentilmente com uma toalha e coloque o celular em uma vasilha cheia de arroz cru.

O truque funciona porque os grãos de arroz atraem as moléculas de água, da mesma forma que você pode ter alguns grãos de arroz dentro de seu saleiro para manter o sal seco.

Alcance de Wi-Fi mais longo Se o seu roteador Wi-Fi não atinge o lado oposto da casa, não compre mais aparelhos para estender a rede. O mais fácil é construir um refletor passivo de ondas de rádio de 15 cm de altura, com itens de cozinha como uma forma de biscoitos.

Siga as instruções fornecidas no site freeantennas.com/projects/template e instale o refletor por trás do roteador Wi-Fi. Isso concentra a energia do roteador em uma direção ¿ a da ponta oposta da casa, em lugar de permitir que se dissipe em um círculo completo. Não são necessários cabos, baterias ou conhecimento técnico, e o método pode facilmente dobrar o alcance de sua rede.

Discos sujos Precisa limpar um DVD ou CD que esteja com problemas de reprodução, mas você é homem, solteiro e não tem em casa esses produtos "mulherzinha" de limpeza? Molhe um pano de limpeza com vodca ou desinfetante bucal.

O álcool é um solvente poderoso, perfeitamente capaz de dissolver as impressões digitais e sujeira na superfície de um disco. Um vidro de Listerine, que custa US$ 5 e você já deve ter no armário, faz o serviço tão bem quanto um fluido especial para limpar DVDs que custa US$ 75. Além disso, limpar sua cópia de Lost Weekend com vodca e não com um produto de limpeza é muito mais másculo.

Excesso de flash O flash embutido da câmera de seu celular brilha demais, e as fotos saem esmaecidas. Para resolver, cole um pedacinho de papel sobre o flash. Tente cores e espessuras diferentes de papel a fim de encontrar o brilho certo para as fotos noturnas.

Disco rígido enguiçado Se - melhor dizer quando - seu disco rígido enguiçar e não puder ser lido, não o jogue fora apressadamente. Coloque-o no refrigerador durante a noite. "O truque é real e comprovado, embora seja um último recurso para recuperar algumas formas de problemas que de outra forma seriam fatais em um disco rígido", escreve Fred Langa no site Windows Secrets.

Muitas falhas de discos rígidos são causadas por componentes desgastados que já não se alinham corretamente, o que torna impossível ler os dados. Reduzir a temperatura faz com que o metal e plástico internos se contraiam ligeiramente. Ao tirá-lo do refrigerador, as partes se expandem de novo em temperatura ambiente.

Isso pode ajudar a libertar as partes presas, diz Langa ou ao menos permitir que um componente elétrico enguiçado funcione tal como especificado por tempo suficiente para a recuperação dos dados essenciais.

É esse o espírito dos remédios caseiros. Podem funcionar e podem não funcionar, mas o que você tem a perder?


Fonte: terra

quarta-feira, 4 de março de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Turbinas eólicas fornecem energia ecológica no Alasca

Turbinas eólicas no Alasca refletem um interesse crescente em energia limpa

Turbinas eólicas no Alasca refletem um interesse crescente em energia limpa


Para além dos barcos de pesca, das casas confortáveis e dos tanques de combustível diesel que marcam a aldeia esquimó de Tooksook Bay, na costa do Mar de Bering, três imensas turbinas eólicas se erguem por sobre a tundra. As lâminas giram lentamente em uma brisa fria o suficiente para gelar a pele.

» Veja as turbinas eólicas que produzem energia no Alasca

Uma das paisagens mais ásperas dos Estados Unidos está se provando terreno fértil para a energia ecológica.

À medida que aumenta o interesse por formas mais limpas de geração de energia em todo o país, o Alasca rapidamente se torna um campo de testes para novas tecnologias e vem oferecendo uma improvável experiência de apoio à energia renovável em um Estado produtor de petróleo. Os moradores do Alasca costumavam desconfiar de qualquer indício de ambientalismo, mas hoje vêm investindo seriamente na energia ecológica, não tanto para reduzir as emissões de poluentes quanto para economizar dinheiro.

Em aldeias distantes como Tooksook Bay, onde o diesel que aciona os geradores chega de barcaça e pode custar mais de US$ 1,30 por litro, a eletricidade de fontes renováveis, como o vento, já é competitiva com a energia propiciada por combustíveis fósseis. Em áreas urbanas ao longo do limitado sistema rodoviário do Estado, grandes projetos hidrelétricos e de energia eólica estão também se tornando atraentes.

O Alasca produz mais petróleo que qualquer outro dos Estados norte-americanos, excetuado o Texas, mas a maioria dele é vendida fora da região. O mercado pequeno e o custo elevado de transporte mantiveram altos os preços locais dos combustíveis. Com a disparada nos preços do petróleo, um ano atrás, os cofres estaduais se encheram de dinheiro gerado pelos impostos relacionados ao petróleo, mas o crescente custo do diesel e de outros combustíveis causou uma pequena crise local.

Em 2008, a governadora Sarah Palin e os legisladores estaduais responderam com a promessa de US$ 300 milhões em prazo de cinco anos para beneficiar as empresas de energia, os produtores independentes de energia ou os governos locais interessados em planejar ou implementar projetos de energia renovável. Trata-se de uma soma substancial para um Estado com apenas 670 mil habitantes.

"O petróleo costumava ser barato e conveniente", disse Steve Haagenson, apontado no ano passado por Palin para a coordenação estadual de energia. "Hoje, ele é apenas conveniente".

Os defensores da energia renovável dizem que o Alasca, com suas costas expostas a ventos fortes, seus rios inexplorados e seus grandes recursos em força das marés e das ondas, poderia rapidamente se tornar um líder nacional no campo da energia renovável. O Estado gera quase 24% de sua eletricidade de fontes renováveis - quase exclusivamente hidrelétricas -, e Palin anunciou no mês passado que seu objetivo era chegar aos 50% até 2025.

"Os preços baixos que vigoram atualmente para o petróleo não deveriam despertar nos cidadãos do Alasca uma falsa sensação de segurança, como se fossem perdurar", afirmou a governadora.

Os ambientalistas preocupados com o impacto da mudança climática, que já é bastante aparente no Alasca, apóiam fortemente os investimentos do Estado em energia renovável. Mas a força propulsora entre os políticos é econômica.

Em muitas áreas rurais do Estado, os altos custos do combustível resultaram em preços de até US$ 0,75 por kilowatt-hora, cinco a 10 vezes superiores aos vigentes nos 48 Estados contíguos dos Estados Unidos. A despeito dos altos custos de instalação e da necessidade de proteger o equipamento contra o frio intenso, as turbinas eólicas podem muitas vezes produzir eletricidade a custo inferior ao dos geradores diesel, ao eliminar a necessidade de combustível.

A Associação Elétrica de Kotzebue, no noroeste do Alasca, foi a primeira a demonstrar o valor da energia eólica para projetos em larga escala de energia, em 1997. Desde então, nove outras comunidades rurais instalaram turbinas e há dezenas de outras contemplando projetos.

Uma revisão estadual concluída em 2008 determinou que a energia eólica era técnica e talvez financeiramente viável em mais de 100 aldeias do Alasca, de acordo com Martina Dabo, a coordenadora de programas de energia eólica na Autoridade de Energia do Alasca, uma organização pública que tem por missão reduzir o custo da energia.

A Northern Power Systems, uma empresa fabricante de turbinas eólicas em Barre, Vermont, vem aproveitando o novo interesse do Alasca no vento. A empresa projetou sua turbina de 100 kilowatts para operação no Polo Sul, que não é um grande mercado, mas agora tem turbinas em oito aldeias do Alasca, incluindo Tooksook Bay.

Embora as grandes distâncias e a demanda limitada prejudiquem seu desenvolvimento, os recursos de energia renovável do Alasca são imensos e diversificados, quando comparados aos de outros Estados. De acordo com Roger Bedard, do Instituto de Pesquisa da Energia Elétrica, o Alasca conta com mais de metade dos recursos de energia gerada por ondas oceânicas dos Estados Unidos, e mais de 90% dos recursos de energia hídrica e das marés.

Em Tooksook Bay, os moradores acreditam que as turbinas eólicas tenham impedido que as contas de luz subissem tanto quanto o preço do petróleo.

"Creio que as turbinas sejam muito, muito úteis", disse Alexie Jimmie, dono da Bayview, uma das duas lojas de Tooksook Bay. "De outra forma, pagaríamos ainda mais do que já estamos pagando".

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times


Fonte: Terra

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Designer cria bicicleta inspirada em produtos da Apple

Entrando na onda "verde" que a Apple iniciou ao lançar os novos MacBooks ecologicamente sustentáveis, o designer Jake Foley, da College for Creative Studies desenvolveu um conceito de bicicleta com inspiração vinda dos produtos da empresa com sede em Cupertino.

A bicicleta, criada para jovens ciclistas urbanos que costumam ouvir música enquanto dão suas pedaladas, mistura alta tecnologia com um design limpo. Por isso, a bicicleta vem com um compartimento para posicionar um iPod, assim como uma click wheel mais à mão (o que evita que, ao trocar de musica, o usuário acidentalmente derrube o tocador, ou a si mesmo), um segundo compartimento para guardar um notebook (ele tem o tamanho certo para MacBook) e rodas magnéticas que garantem rapidez com pouco esforço.

Além disso, é abastecida por fluídos hidráulicos e pode ser facilmente dobrada e carregada para qualquer lugar. Por ser apenas um conceito, a bicicleta não está a venda. Mais imagens podem ser vistas no The Design Blog pelo atalho tinyurl.com/cfkaah.


Por ser um produto conceitual, a bicicleta não està à venda

Por ser um produto conceitual, a bicicleta não està à venda
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Novo sistema leva ciclistas para a era eletrônica

A Dura-Ace tem sistema eletrônico de marchas e será testada no Tour da Califórnia

A Dura-Ace tem sistema eletrônico de marchas e será testada no Tour da Califórnia

A bicicleta, uma máquina de tração humana por excelência, vai entrar na longa lista de aparelhos que trocaram o manual pelo eletrônico quando um novo sistema de marchas fizer sua estréia no fim de semana do Tour da Califórnia.

» Veja fotos da bicicleta eletrônica

Embora o câmbio descarrilador a bateria da Shimano prometa levar facilidade e precisão à mudança de marchas, que acontece ao leve toque de dois botões, a preocupação dos tradicionalistas é se o aparelho pode erodir os princípios básicos do esporte.

"As pessoas escolhem a bicicleta precisamente porque seu movimento exige apenas esforço humano, e nada poderia ser mais simples, independente e autônomo," escreveu Raymond Henry, um historiador do ciclismo de Saint Etienne, França, em uma mensagem de e-mail. "Qualquer fonte externa de energia, não importa quão fraca, vai contra essa filosofia."

Se o sistema de câmbio vai se tornar o novo iPod e redefinir a tecnologia do ciclismo ou acabar como a versão do esporte da fita de oito faixas, isso dependerá de inúmeros fatores, os mais óbvios sendo desempenho, confiabilidade e custo.

Duas versões anteriores da mudança eletrônica de marcha, da companhia francesa Mavic, falhavam com freqüência na chuva. E outra companhia, Campagnolo, adiou o lançamento de sua versão devido à desaceleração econômica.

A versão da Shimano, conhecida como Dura-Ace Di2 7970, está sendo usada por três equipes profissionais competindo na Califórnia: Columbia High Road, Garmin Slipstream e Rabobank. Cerca de 10 ciclistas correrão com o sistema, apesar de terem usado o aparelho em apenas um ou dois treinos desde que o receberam no final da semana passada.

Bob Stapleton, proprietário e gerente geral da Columbia, disse que muitos de seus ciclistas tinham dúvidas sobre o uso de bicicletas que podem literalmente ficar sem bateria. O sistema Di2 não tem ativação manual caso a bateria acabe. Isso pode ser irritante ou desastroso, dependendo do terreno e da relação de transmissão que a bicicleta estiver. A Shimano estima que a bateria dure cerca de 1,6 mil quilômetro por carga.

"Suas carreiras podem ser definidas pelos resultados de uma única corrida," disse Stapleton sobre seus corredores. "Portanto, eles priorizam a confiabilidade acima de tudo."

Stapleton, um experiente ciclista amador, tem usado extensivamente o sistema Di2 e é um convertido.

"Acho que toda bicicleta top de linha vai ter um daqui a três anos, talvez menos," disse, acrescentando que o sistema também elimina boa parte da manutenção exigida por sistemas mecânicos.

Um conjunto completo de peças com marchas eletrônicas vai custar cerca de US$ 1.250 a mais do que a última versão mecânica, vendida por cerca de US$ 2.750. O custo de atualizar um sistema Shimano deverá ficar em torno de US$ 2,2 mil. O sistema vai funcionar em praticamente todas as bicicletas de corrida.

Este ano, a Gian, maior fabricante de bicicletas do mundo, vai oferecer uma bicicleta projetada para usar apenas partes eletrônicas por cerca de US$ 14 mil, que inclui o custo do Di2. Se os consumidores aceitarem bem o aparelho, ele provavelmente vai seguir o padrão de outros eletrônicos e baixar de preço significativamente com o tempo.

A tecnologia de mudança eletrônica de marchas passou por um longo tempo de desenvolvimento. Protótipos do primeiro sistema da Mavic, o Zap, fizeram uma breve aparição no Tour de France de 1992 e a companhia lançou sua segunda tentativa, o Mektronic, em 1999.

Tanto Shimano, que está para as peças de bicicleta como a Microsoft está para o software de computador, quanto sua respeitável competidora italiana Campagnolo passaram boa parte desta década testando protótipos do sistema em bicicletas de corredores profissionais. Os protótipos não costumavam ostentar marcas, provavelmente para limitar o constrangimento de resultados infelizes como os do Zap.

Os sistemas da Campagnolo e da Shimano compartilham o projeto básico de descarriladores mecânicos. Um paralelogramo move a corrente para trás ou para frente e, na parte de traseira, há duas rodas que mantêm a corrente firme.

Dois botões eletrônicos atrás da alavanca do freio permitem que o ciclista mude de marcha. Um leve toque em qualquer um dos botões do Di2 envia um sinal eletrônico através de um fio até um pequeno motor dentro do câmbio descarrilador, movendo a corrente com o giro de uma engrenagem helicoidal. Mesmo Devin Walton, porta-voz da Shimano, reconhece que no descarrilador traseiro há pouca ou nenhuma diferença na mudança de marchas entre as opções eletrônica ou mecânica da companhia.

Os ganhos ficam mais óbvios, entretanto, no descarrilador frontal, que move a corrente entre os dois grandes anéis dentados na manivela da bicicleta.

Isso é possível em parte porque o descarrilador eletrônico frontal é capaz de realizar reajustes constantes para refletir as mudanças da posição da corrente causadas pelo descarrilador traseiro, usado com maior freqüência. Isso permite que o frontal use um mecanismo de mudança de marcha mais eficiente, um que poderia até mesmo deixar ciclistas distraídos sem os inoportunos ajustes de um sistema mecânico.

A Campagnolo acredita em seu sistema eletrônico e espera por uma recuperação econômica antes de lançá-lo. "Recebemos respostas extremamente positivas sobre a rapidez, precisão e facilidade da mudança de marchas," disse Lerrj Piazza, porta-voz da Campagnolo.

Como as equipes de ciclismo dependem do patrocínio de empresas como Shimano para sua sobrevivência financeira, muitos ciclistas demonstraram relutância em discutir suas preocupações acerca do sistema, que incluem a possibilidade de falhas na bateria e a dificuldade de mudar marchas usando luvas devido aos pequenos e sensíveis botões. Mas após alguns treinos, George Hincapie, da Columbia, disse concordar com o proprietário da equipe, Stapleton, sobre seus méritos.

"A marcha é impressionante," disse. "Fiquei impressionado no momento em que experimentei."

A ação do sistema eletrônico é tão desprovida de esforço que, comparada às alavancas mecânicas, deixa o usuário se sentindo quase desconectado da bicicleta.

Após experimentar o sistema, Jonathan Vaughters, chefe-executivo da Garmin Slipstream, prevê que ele será inicialmente mais comum em bicicletas especiais para corridas de tempo e triatlos. Vaughters, ex-ciclista profissional, acredita que boa parte da margem de dois segundos com que Chris Boardman ganhou a corrida de abertura do Tour de France de 1997 se deveu ao descarrilador eletrônico Mavic que usava. O aparelho, que funcionou nos 7,3 quilômetros da corrida, permitiu que Boardman mantivesse sua posição aerodinâmica mesmo enquanto trocava marchas.

Se o Di2 se provar confiável e um sucesso no mercado, não espere por uma transmissão automática a seguir. Walton diz que um sistema desse tipo, pelo menos para bicicletas de corrida, precisaria analisar o estado físico de um ciclista, além de ler sua mente.

"Não há como o sistema saber quando você vai disparar," disse Walton. "Em uma competição, você precisa estar no controle."

Tradução: Amy Traduções

The New York Times


Fonte: Terra

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Microsoft oferece US$ 250 mil de recompensa por criador de vírus

O Conficker, malware descoberto em outubro de 2008 e que desde então já contagiou mais de 15 milhões de máquinas Windows no mundo inteiro, surpreendeu pelo seu poder de disseminação e mobilizou a indústria. Agora, a Microsoft está oferecendo uma recompensa de US$ 250 mil (equivalente a R$ 562,3 mil) para quem ajudar a identificar os responsáveis pela criação do vírus.

Segundo o site The Register, a iniciativa representa um ressurgimento de outro programa iniciado em 2003, o “Anti-virus Reward Program”, que oferecia a mesma recompensa para quem indicasse os responsáveis pelos worms SoBig e Blaster. A iniciativa continuou e teve apenas um sucesso, com a prisão de VXer Sven Jaschan, alemão delatado por seus colegas de faculdade e condenado pela criação da praga Sasser.

A Microsoft já corrigiu a vulnerabilidade que permite ao worm se instalar em sistemas, mas o malware continua se disseminando através de redes e pendrives, informou o site TechRadar. Veja a correção (em inglês) pelo atalho http://tinyurl.com/ckodlq.

Além da recompensa, a Microsoft se juntou a outras empresas e pesquisadores de segurança, entre elas a ICANN, responsável pelo registro de domínios na web, para desativar os domínios que o Conficker utiliza para se atualizar e baixar outros códigos para as máquinas infectadas.

Para o The Register, mesmo que a oferta de US$ 250 mil não leve à prisão dos responsáveis, fará com que os cibercriminosos por trás do Conficker pensem melhor antes de ativar a poderosa botnet (rede de computadores infectados controladas remotamente) que formaram.

Uma botnet com mais de 15 milhões de máquinas… 8O

Fonte: Terra

Posted by Karol Hoffmann

Novo material pode tornar objetos 'invisíveis', afirmam pesquisadores

Manto de invisibilidade só funciona, por enquanto, para micro-ondas.
Pesquisador, porém, não descarta uso para esconder objetos.

Um novo material que manipula a curvatura da luz levou os cientistas a se aproximarem de um dispositivo que pode tornar objetos invisíveis. Além das possíveis aplicações militares, o método também poderia ter um uso bastante prático ao tornar mais claras as comunicações por telefonia celular, disseram eles.

Foto: Divulgação
O 'manto de invisibilidade' sobre uma irregularidade que ele deveria 'esconder' (Foto: Divulgação)

"A tecnologia de camuflagem poderia ser usada para fazer 'desaparecer' obstáculos que bloqueiam a comunicação", disse David Smith, da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, que trabalhou no estudo, publicado na revista "Science". Smith faz parte da mesma equipe de pesquisa que, em 2006, provou que um aparelho como esse era possível. Ele afirmou que o novo material é mais fácil de produzir e funciona em uma banda muito mais larga. É feito a partir de um metamaterial, uma substância exótica produzida artificialmente e dotada de propriedades que não existem na natureza.


Os metamateriais podem ser usados para formar diversas estruturas de "camuflagem", que conseguem "dobrar" as ondas eletromagnéticas, como as da luz, fazendo com que contornem um objeto. Esse efeito torna os objetos invisíveis. Nesse caso, o material é produzido a partir de mais de 10 mil pedaços individuais de um produto parecido com fibra de vidro. As partes são dispostas em fileiras paralelas sobre uma placa de circuito.


A equipe, que inclui Ruopeng Liu, também da Universidade Duke, e T. J. Cui, da Universidade Southeast, em Nanjing, China, realizou experiências de laboratório nas quais direcionou micro-ondas através do novo material de camuflagem para um obstáculo colocado em uma superfície espelhada lisa. O processo impediu que os feixes de micro-ondas se dispersassem e fez com que a superfície parecesse lisa. Smith disse que o objetivo não é fazer com que algo visível desapareça. A camuflagem, disse ele, pode funcionar em qualquer porção do espectro eletromagnético.

Na onda

Os seres humanos "veem" usando a luz visível, cujos comprimentos de onda são inferiores a um mícron (um milionésimo de metro). Mas celulares e outros aparelhos "veem" usando luz com comprimento de onda de alguns centímetros, explicou Smith em um email. Ele afirmou que objetos podem bloquear a "visão" dos celulares, dificultando a comunicação.


"Poderia haver duas antenas tentando 'ver', ou receber sinais, mas uma sendo bloqueada pela outra", disse ele. "Seria possível imaginar o uso do dispositivo de camuflagem para tornar as antenas invisíveis uma em relação à outra, para eliminar a interferência na comunicação."


Smith disse que a noção de um aparelho que torna objetos invisíveis aos seres humanos é ainda um conceito distante, mas não impossível de ser alcançado. "Esta última estrutura que desenvolvemos mostra claramente que há potencial para camuflagem se tornar fato científico em algum ponto", afirmou o pesquisador.


Apesar da pesquisa da equipe contar com patrocinadores que incluem a empresa de produtos militares Raytheon Missile Systems e o Departamento de Pesquisa Científica da Força Aérea dos Estados Unidos, Smith disse que a tecnologia não foi criada para substituir a tecnologia "stealth". "Se isso tiver um impacto em aplicações de comunicação, mesmo comerciais, essas mesmas aplicações podem existir presumivelmente em contextos de defesa."


Fonte: G1

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Eu ja não acho grande parte das coisas normalmente, imagina se inventarem de tornar objetos transparentes! Afe cada uma que inventam!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Câmera digital registra expressão do fotógrafo na hora do clique

Posicionadas em ângulos diferentes, lentes fazem disparo simultâneo.
Clam ainda é um protótipo e não está disponível nas lojas.

“Às vezes as melhores expressões acontecem atrás das lentes.” Com essa frase, o site de design Yanko apresenta uma câmera digital que pode registrar o rosto do fotógrafo na hora do clique – ou qualquer outra imagem “extra”, que não sairia na foto. Isso porque a Clam tem duas lentes, que podem ser posicionadas em ângulos diferentes, e entram em ação simultaneamente quando o botão de disparo é acionado. Criada por Gowoon Jeong, a câmera ainda é um protótipo e não está disponível nas lojas.

Foto: Reprodução

Lente na superfície branca captura as imagens ‘tradicionais’. Já aquela posicionada na superfície verde registra o fotógrafo no momento do clique. (Foto: Reprodução )

Foto: Reprodução

Usuário também pode abrir a câmera, tirando duas fotos simultâneas de ângulos diferentes. (Foto: Reprodução )


Fonte: G1

Posted by Karol Hoffmann

Impressora movida a Café!

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Sabe aquela famosa frase: “Faz até café” muito falada por quem compra gadgets que fazem de tudo, como smartphones, mouses turbinados ou ainda TVs? pois então, essa impressora é MOVIDA a café, (infelizmente ainda não faz café).

A impressora Riti Coffee é econômica e inteligente, usa pó de café para imprimir no papel e não usa eletricidade para funcionar, é na mão mesmo! Além de econômica é ecologicamente correta. Quem não for adepto à café, a impressora aceita chá também:D

O único inconveniente é que além de carregar o cartucho com café, você precisa fazer o movimento da esquerda para a direita, várias vezes, já que a impressora não é alimentada por eletricidade, o que a torna ainda mais 'verde', mas também exige um pequeno sacríficio do usuário. Caso o usuário não seja adepto do café, a máquina também aceita chá.


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Via Globo Rural


Fonte: hitechlive.com.br

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Esponja high-tech armazena hidrogênio para carros

Esponja high-tech armazena hidrogênio para carros
Aquele futuro no qual o hidrogênio será utilizado como combustível, produzindo apenas água como subproduto, está um pouco mais próximo da realidade graças a uma descoberta feita por um grupo de pesquisadores gregos.

George Froudakis e seus colegas da Universidade de Creta idealizaram uma esponja capaz de reter 6,1% de seu peso em hidrogênio em condições ambientes de temperatura e pressão.


Armazenamento de hidrogênio.

A nova esponja high-tech supera o nível de 6% estabelecido pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos como o limite acima do qual a utilização do hidrogênio para alimentação de automóveis se torna viável. O hidrogênio é um combustível extremamente promissor, mas ainda há grandes desafios tecnológicos a serem vencidos antes que seu uso possa se disseminar. Além de sua própria produção, hoje feita à base de gás natural, um combustível fóssil como o petróleo, armazená-lo é um grande problema, exigindo altas pressões ou temperaturas criogênicas. A solução mais promissora é o armazenamento sólido, no qual o hidrogênio passa a fazer parte da estrutura atômica de um material, sendo liberado aos poucos, na medida necessária para alimentar o veículo.

Esponja de alta tecnologia


A nova esponja, por enquanto demonstrada apenas em simulações de computador, deverá ser fabricada com folhas de grafeno - estruturas com apenas um átomo de carbono de espessura no formato de telas de galinheiro - separadas por pilares de nanotubos, também de carbono, medindo 1,2 nanômetro de altura. Quando dopada com íons de lítio, a esponja high-tech consegue reter as moléculas de hidrogênio que se difundem facilmente entre seus poros, graças às suas pequenas dimensões. Agora é esperar pela sintetização das primeiras amostras desse novo material teórico para que as previsões das simulações possam ser verificadas.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Arquiteto propõe cidade flutuante 'high tech' contra aquecimento global





Se as previsões mais catastróficas dos cientistas que pesquisam o aquecimento global se confirmarem, a humanidade terá de entrentar a elevação do nível do mar e a conseqüente inundação de diversas cidades costeiras. O arquiteto belga Vincent Callebaut já tem a solução: ele propõe a construção de vilas flutuantes, com sistemas computadorizados capazes de controlar da produção de energia à desalinização da água. As cidades artificiais propostas por Callebaut, batizadas de 'Lilypad', poderiam ser instaladas em qualquer lugar do oceano. Autosustentáveis, cada vila tem capacidade para receber 50 mil moradores.

Utilizando apenas tecnologias já disponíveis hoje em dia, afirma o arquiteto, as vilas flutuantes seriam ecologicamente adequadas.

A energia seria fornecida por placas de captação de raios solares, turbinas eólicas e usinas movidas pelo movimento das ondas do mar. Um lago construído no centro da ilha serviria para capturar, armazenar e purificar a água da chuva. A cidade proposta também tem três marinas - já que os barcos seriam a principal forma de ligação entre as vilas e com o continente - e montanhas artificiais.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

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