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ONG de proteção animal


Pessoal,
 
postei no Facebook a ideia de criar uma ONG de proteção animal há algum tempo e tive retorno de muitas pessoas. Estou enviando o e-mail para aesclarecer a ideia e ver quem esta disposto a construir junto a ONG e participar dela efetivamente.
 
Antes de mais nada, quero fazer uma coisa legal, dentro dos conformes. Existe toda uma legislação, tributação e etc. específicas para ONG´s. O objetivo é criar algo certinho, CNPJ, conta em banco tudo isso. Quero destacar que é uma ONG, tudo deve ser feito voluntariamente e sem fins lucrativos.
 
Do que precisamos inicialmente?
 
1 - Sócios
2 - Acessoria jurídica. Alguém se habilita? Tem alguma indicação?
3 - Web Designer para a criação de um site, bem como um host para este site.
4 - Firmar parcerias com veterinários.
5 - Firmar parcerias com lojas de implementos veterinários e ou/ representantes de laboratórios e equipamentos veterinários.
6 - Firmar parceria com a prefeitura e o centro de contole de zoonoses.
 
Mas como funcionaria a ONG? Quais objetivos específicos?
 
A exemplo de outras instituições, especialmente do exterior, o objetivo não é fazer um "depósito" de animais, mas cuidar dos animais no ambiente em que estão.
Cada socio deverá contribuir mensalmente com um valor fixo, o valor que puder. Lembrem-se que uma ONG não é registrada no nome de uma pessoa, mas sim de um grupo de pessoas, como uma cooperativa. Depois pensamos como será esta contribuição, se por boleto, depósito, enfim ...
 
Quais as atividades da ONG?
 
Cada sócio ficaria responsável por algum(uns) animal(is). Pode ser aquele cachorrinho que aparece sempre na rua, aquele que anda sempre na praia, os gatinhos que nasceram no terreno baldio ali na rua de casa ... Sabemos que é utopia querer tirar todos os animais das ruas, mas podemos fazê-los ter uma vida melhor. Entao este sócio, com os recursos da ONG, ficaria responsavel por desverminar estes animais, alimentar, levar para a castração ... No caso de haver algum animal em risco de maus tratos, atropelado, machucado ou com alguma enfermidade mais grave, aí sim este animal deveria ser recolhido.
 
Os animais em risco ou com saúde debilitada, deveriam ser recolhidos à casa de algum sócio temporariamente, até que se recuperem. Os sócios podem se cadastrar como adotantes temporários, ou seja, vão ter suas residências como "casa de passagem" (sempre com os recursos da ONG). Após a melhora deste animal, aí colocamos suas fotos no site, ou fazemos feiras de adoção. Acho este item importante, porque antes de entregar um animal para adoção, devem ser verificadas as condições do adotante.
 
Acho imprescindível que a ONG trabalhe com a idéia de castração racional, que faça campanhas de castração de baixo custo (aí entra a parceria com veterinários, que terão um marketing gratuito em troca de uma cirurgia ao preço de custo) em toda a comunidade. A castração é um ato de amor aos animais, pois evita que mais e mais animais sejam abandonados e/ou vivam em condições desfavoráveis. Recolher animais das ruas e castrá-los é fundamental. 
 
Então é isso. Quero começar a fazer tudo no mês de outubro, quando terei mais tempo.
 
Por favor, divulguem aos seus contatos.
 
Att.
 
Janaina B. Previdi (janaprevidi@gmail.com)
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Posted by Karol Hoffmann

Chá Beneficente

Abrigo de Animais São Francisco de Assis

Dia 07 de agosto de 2010, sábado, às 15:30 horas

no Centro Comunitário da Catedral São João Batista,

Rua Marechal Deodoro, nº 670 - Centro - Santa Cruz do Sul.

Toda arrecadação será destinada

aos cuidados com os animais abrigados.

Ajude-nos a ajudá-los!

Valor: R$10,00 por pessoa.

Os ingressos poderão ser adquiridos no local.

Sua participação é muito importante!

Contamos sua presença!

sexta-feira, 30 de julho de 2010
Posted by Karol Hoffmann

Defenda os animais domésticos dizendo NÃO ao projeto de lei!

Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos.

A intenção do Projeto de Lei é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados” e, assim, descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais.

Essa alteração significaria um enorme retrocesso na história da proteção animal no Brasil, ao tornar ainda mais branda a legislação animal vigente, favorecendo a impunidade.

Os inúmeros casos de maus-tratos que se repetem diariamente no país deixariam de ser crime. O combate às condenáveis rinhas de cães e galos, por exemplo, seria dificultado ao extremo.

Você faria algo bem simples para ajudar os animais domésticos no Brasil?

O momento é delicado, sendo de fundamental importância que todos aqueles que se importam com os animais se manifestem. Lembre-se que a opinião popular é essencial para a aprovação ou rejeição de leis.

A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98, que modifica o art.32.


Link: Ajude agora através de uma simples ação online >>




quinta-feira, 6 de maio de 2010
Posted by Karol Hoffmann

Lotado, abrigo apela contra abandono de bichos

Po gente! As pessoas teriam que ter mais noção de seus atos e imaginar que um filhote de porte média a grande vai crescer e vai comer mais, e vai necessitar de cuidados, e atenção e carinho!
Alguns agem como que os animais fossem simples embalagens descartaveis e sem chance de reciclagem!
Muito triste ver isso!


|Texto sobre o Abrigo de Animais São Francisco de Assis, o 4 Patas, de Santa Cruz do Sul.



Capacidade do abrigo está no limiteCarregando Imagem


O aumento no número de casos de abandono de gatos e cachorros em Santa Cruz do Sul superlotou o Abrigo de Animais São Francisco de Assis (antigo Quatro Patas), a ponto de a presidente Fátima Garcia anunciar que não receberá mais animais e apelar para que os donos os encaminhem para doação antes de deixá-los nas ruas. Há mais de 300 bichos no abrigo e pelo menos até o fim do ano só serão aceitos os que forem encaminhados pelos sócios ou que estiverem machucados ou sendo maltratados nas ruas (confira o vídeo abaixo).Segundo Fátima, o problema não é novo e ocorre sempre nessa época. “Basta se aproximar do fim do ano para que as pessoas comecem a se desfazer dos bichos. Muitas viajam, se mudam para apartamentos ou simplesmente desistem de ter os animais e os jogam na rua ou então os abandonam aqui no nosso portão”, lamenta a presidente do abrigo, que fica em uma área cedida pela Prefeitura em Linha João Alves. “E não tenho como tirar o espaço dos que já estão aqui para receber outros simplesmente por vaidade dos donos”, acrescenta.Histórias de animais encaminhados à força para o abrigo Fátima tem de sobra. “Outro dia entraram no campo aqui ao lado e deixaram dois filhotes atados. E em menos de duas semanas pelo menos dez foram despejados aqui perto. Estou preocupada não só com a situação do abrigo, mas também dos agricultores das redondezas”, diz. Ela denuncia ainda casos de pessoas que chegam a telefonar para a entidade se dizendo dispostas a adotar um cachorro mas, na verdade, querem ir até lá para se desfazer do bicho de estimação. Fátima alerta que o proprietário que for flagrado fazendo isso será denunciado às autoridades.Para a presidente do Abrigo de Animais, o cidadão precisa ser responsável com os bichos e a própria comunidade. “Se não têm como cuidar, as pessoas devem pensar duas vezes antes de ter um animal de estimação. Não pode criar um tempo e depois jogar fora”, apela.Fátima sugere que quando não for mais possível manter o animal, o proprietário tente doá-lo a um conhecido ou por meio de anúncios no jornal e na rádio. “Hoje é simples até fazer um site para o animalzinho. Mas ainda tem muita gente que acha mais fácil se desfazer. É lamentável”.ADOÇÃOA entidade não precisaria suspender a entrada de animais se o volume de adoções fosse maior. “A média é de dez por mês. O mesmo número de filhotes que abandonaram perto da nossa sede em uma semana”, compara. O abrigo tem custo mensal de aproximadamente R$ 3 mil, financiado por doações e as mensalidades dos associados. Só de arroz para alimentação são necessários 90 quilos por semana. Para adotar ou contribuir com o trabalho desenvolvido pela entidade, o telefone é 9712 1544.PROMOÇÃOO Abrigo de Animais São Francisco de Assis é uma das dezenas de ONGs de assistência a cães e gatos de todo o País que participam da promoção online de uma empresa de rações. A que receber o maior número de votos ganhará um caminhão com cinco toneladas de comida para cachorro. A que ficar em segundo garantirá três toneladas e, a terceira, duas toneladas de alimentos para os animais. A votação já está em andamento. O endereço é www.totalalimentos.ind.br/campanha_feliz_natal_com_max/votacao/ongs/ong19.php. Quem quiser também pode colaborar de outra forma com a instituição. Basta juntar os códigos de barras de qualquer alimento da família Max e entregá-los no abrigo. A Total Alimentos trocará estes códigos por alimentos para os animais atendidos pela instituição. Cada código de barras de uma embalagem de 15 quilos garante 500 gramas de alimento à entidade.
Texto escrito por Igor Müller
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

NÃO BASTA APAGAR O FOGO...

Foto da frente de combate ao incêndio que devastou a Austrália.

"Quem não entende um olhar, muito menos entenderá uma longa explicação.."


Essa é uma das imagens mais lindas que já vi. Olha a troca: olhar, gesto....maravilhoso! O universo é um, não importa se somos um monte de átomos que forma a espécie (animal) humana, vegetal, estelar..... somos poeira atômica do mesmo sistema, do mesmo universo, não somos nem mais nem menos. O que nos faz maior ou menor é isso, esse gesto lindo que vem da chama divina que cada um possui mais ou menos acesa (alguns esquecem ou desconhecem que a possuem) dentro de si.
domingo, 27 de setembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Gatos são tudo de bom!

ODE AO GATO
Artur da Távola

Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.


Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso.


“Falso”, porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.


O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é zen. O gato é Tao. Conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe dá, então o exige.


O gato não pede amor. Nem dele depende. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.


Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende ao afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe; significa um julgamento.


O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós).


Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe “ler” pensa que “eles não estão ali”, “saíram” ou “sei lá onde o gato se meteu”. Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.


O gato vê mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério.


Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.


O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato.


Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase quinze minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.


Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.

Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.

O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber.















quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Posted by Karol Hoffmann

CADELA JASMINE... UMA LIÇÃO DE AMOR

Em 2003, a policia de Warwckshire, Inglaterra, abriu um galpão de um jardim e encontrou ali um cão choroso e encolhido. Ele havia sido trancado e abandonado no galpão. Estava sujo, desnutrido e claramente maltratado.



Num ato de bondade, a policia levou o cão para um abrigo próximo, o Nuneaton Warwickshire Wildlife Sanctuary, dirigido por um homem chamado Geoff Grewcock. Lugar este conhecido como um paraiso para animais abandonados, orfãos ou com outra qualquer necessidade.
Geoff e a equipe do Santuário trabalharam com dois objetivos: restaurar a completa saude do animal, e ganhar sua confiança.Levou varias semanas,mas finalmente os dois objetivos foram alcançados.

Deram a ela o nome de Jasmine, e começaram a pensar em encontrar para ela um lar adotivo



Mas Jasmine tinha outras ideias. Ninguém se lembra como começou, mas ela passou a dar as boas vindas a todos animais que chegavam ao Santuário. Não importava se era um cachorrinho, um filhote de raposa, um coelho ou qualquer outro animal perdido ou ferido. Jasmine se esgueirava para dentro da caixa ou gaiola e os recebia com uma lambida de boas vindas.



Geoff conta um dos primeiros incidentes: " Nós tinhamos dois cachorrinhos que foram abandonados numa linha de trem próxima. Um era um mestiço de Lakeland Terrier e o outro um mestiço de Jack Russel Doberman.



Eles eram bem pequenos quando chegaram ao centro e Jasmine aproximou-se e abocanhou um pelo cangote e colocou-o em uma almofada. Aí ela trouxe o outro e aconchegou-se a eles, acarinhando- os"

" Mas ela é assim com todos os nossos animais, até com os coelhos. Ela os acalma e desestressa e isto os ajuda ,não só a ficarem mais próximos a ela mas também a se adaptarem ao novo ambiente"



" Ela fez o mesmo com filhotes de raposa e de texugos: ela lambe os coelhos e os porcos da Guiné e ainda deixa os pássaros empoleirarem- se em seu nariz"

Jasmine, a tímida, maltratada, pária abandonada, tornou-se a mãe substituta dos animais do Santuário, um papel para o qual ela nasceu.






A lista de jovens animais dos quais ela cuidou inclui cinco filhotes de raposa, quatro filhotes de texugo, quinze galinhas, oito porcos da Guiné, dois cachorrinhos e quinze coelhos. E um cervo montês. O pequeno Bramble, com 11 semanas de idade, foi encontrado semi-consciente em um campo. Na chegada ao Santuário, Jasmine aconchegou-se a ele para mante-lo aquecido e assumiu inteiramente o papel de mãe substituta. Jasmine cumula Bramble de afeição e não deixa que nada lhe falte.



" Eles são inseparáveis", diz Geoff. " Bramble anda entre suas pernas e eles ficam se beijando...Eles passeiam juntos pelo Santuário. É um prazer ve-los"



Jasmine continuará cuidando de Bramble até que ele possa voltar a viver na floresta.



Quando isto acontecer, Jasmine não estará sozinha. Ela estará muito ocupada distribuindo amor e carinho ao próximo orfão ou `a próxima vitima de abusos e maltratos



UM VERDADEIRO EXEMPLO DE AMOR INCONDICIONAL!


VOCÊ CONHECE MUITOS SERES CAPAZES DISSO???


... JASMINE ESTÁ AÍ PARA ENSINAR...
terça-feira, 16 de junho de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Cachorro ciclista!

sábado, 7 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

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