Cupom de Desconto

Mostrando postagens com marcador bicicletas. Mostrar todas as postagens

Dia do Desafio 2009

Participe do Dia do Desafio !

Santa Cruz do Sul disputará com San Fernando na Venezuela qual cidade conta com mais pessoas fazendo atividades (fisica e plantar árvores) neste dia.

A Santa Ciclismo estará promovendo juntamente com o SESC e apoio da Brigada Militar neste dia 27/05 o Passeio Ciclístico do DDD, a concentração será as 18:30 horas em frente ao SESC na rua Venâncio Aires, 1042.

A entidade com maior número de integrantes neste Passeio receberá um troféu alusivo a conquista, com apoio do SESC, Santa Ciclismo, RBS TV, Unimed e SMTEL. Um dos desafios do dia será plantar árvores, a Santa Ciclismo com apoio do Miguel Lawisch, Mauro Heck e demais voluntários plantarão 50 mudas de araucárias na chácara do Mauro Heck em Cerro Alegre Alto, caso queira apoiar haverá deslocamento as 07:00 hs com saída em frente a Faccin Bicicletas, contate com antecedência pelo e-mail contato@santaciclismo.com.brEste endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo

Trajeto do Passeio Ciclistico:

SESC, rua Venâncio Aires n° 1042, passando pelas ruas: Senador Pinheiro Machado, Carlos Trein Filho, Rótula do 2001, Cel. Oscar Jost, Av. do Imigrante, Galvão Costa, Cristovão Colombo, até o Parque da Gruta, retornando pelas ruas 7 de Setembro, Ten. Cel Brito, Sen. Pinheiro Machado, Venâncio Aires chegada no SESC.


Neste Passeio não será obrigatório o uso do capacete e sinalização para ciclismo noturno, contaremos com apoio da Brigada Militar !

Caso você não consiga participar do Passeio, assim mesmo faça alguma atividade fisica não rotineira e informe ao SESC até as 20:30 horas no dia, pelo telefone 3713 3222 quantos e qual atividade para que seja contabilizado para nossa cidade.

Conheça mais o Dia do Desafio no link: http://www.sesc-rs.com.br/diadodesafio/

sexta-feira, 22 de maio de 2009
Posted by Karol Hoffmann

IPI ZERO

“Bicicletas para todos” é o slogan da campanha em defesa da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados para bicicletas, suas partes e peças. A campanha tem como objetivo sensibilizar os senadores a aprovarem o Projeto de Lei nº 166 de 2009, de autoria do senador Inácio Arruda, propondo IPI zero para esse meio de transporte utilizado hoje por mais de 10% da população brasileira. Para participar da campanha basta acessar AQUI e assinar o abaixo assinado pela aprovação do projeto de Lei 166/2009.

O Brasil é o terceiro maior produtor de bicicleta do mundo. O IPI zero para bicicletas vai movimentar a atividade econômica do país, aumentando o número de empregos e do consumo de outros setores. É um projeto que vai ajudar o Brasil a enfrentar a crise econômica, a exemplo do que fez o Presidente Lula quando baixou o IPI de carros, caminhões e de eletrodomésticos (a chamada linha branca).

IPI zero para as bicicletas significa mais trabalhadores, estudantes e esportivas com acesso facilitado a um equipamento que preserva o meio ambiente, pois não polui; tem alta eficiência energética, porque seu descolamento só depende da energia humana; contribui para a saúde do usuário, mantendo o bem estar físico e mental; é um meio de transporte rápido para distâncias curtas, além de ser um importante instrumento de lazer e de práticas esportivas.


Fonte: Senador Inacio

quinta-feira, 21 de maio de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Bicicleta é seguro! As antas que andam que não são!!!!

Ao menos a bicicleta ficou inteira!!!!


quinta-feira, 30 de abril de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Campanha eu pedalo eu reciclo - CALOI


A Caloi é a primeira empresa do ramo a implantar um projeto de reciclagem. Em parceria com o Instituto Viva Vida, o programa busca coletar e reciclar pneus de bicicleta. Inicialmente a iniciativa está sendo implantada somente em São Paulo, onde os pneus gastos e inservíveis estão sendo coletados em Bike Shops.
Após serem triturados, serão transformados em produtos ecológicos, que além de preservar o meio ambiente ainda geram empregos.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Designer cria bicicleta inspirada em produtos da Apple

Entrando na onda "verde" que a Apple iniciou ao lançar os novos MacBooks ecologicamente sustentáveis, o designer Jake Foley, da College for Creative Studies desenvolveu um conceito de bicicleta com inspiração vinda dos produtos da empresa com sede em Cupertino.

A bicicleta, criada para jovens ciclistas urbanos que costumam ouvir música enquanto dão suas pedaladas, mistura alta tecnologia com um design limpo. Por isso, a bicicleta vem com um compartimento para posicionar um iPod, assim como uma click wheel mais à mão (o que evita que, ao trocar de musica, o usuário acidentalmente derrube o tocador, ou a si mesmo), um segundo compartimento para guardar um notebook (ele tem o tamanho certo para MacBook) e rodas magnéticas que garantem rapidez com pouco esforço.

Além disso, é abastecida por fluídos hidráulicos e pode ser facilmente dobrada e carregada para qualquer lugar. Por ser apenas um conceito, a bicicleta não está a venda. Mais imagens podem ser vistas no The Design Blog pelo atalho tinyurl.com/cfkaah.


Por ser um produto conceitual, a bicicleta não està à venda

Por ser um produto conceitual, a bicicleta não està à venda
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Novo sistema leva ciclistas para a era eletrônica

A Dura-Ace tem sistema eletrônico de marchas e será testada no Tour da Califórnia

A Dura-Ace tem sistema eletrônico de marchas e será testada no Tour da Califórnia

A bicicleta, uma máquina de tração humana por excelência, vai entrar na longa lista de aparelhos que trocaram o manual pelo eletrônico quando um novo sistema de marchas fizer sua estréia no fim de semana do Tour da Califórnia.

» Veja fotos da bicicleta eletrônica

Embora o câmbio descarrilador a bateria da Shimano prometa levar facilidade e precisão à mudança de marchas, que acontece ao leve toque de dois botões, a preocupação dos tradicionalistas é se o aparelho pode erodir os princípios básicos do esporte.

"As pessoas escolhem a bicicleta precisamente porque seu movimento exige apenas esforço humano, e nada poderia ser mais simples, independente e autônomo," escreveu Raymond Henry, um historiador do ciclismo de Saint Etienne, França, em uma mensagem de e-mail. "Qualquer fonte externa de energia, não importa quão fraca, vai contra essa filosofia."

Se o sistema de câmbio vai se tornar o novo iPod e redefinir a tecnologia do ciclismo ou acabar como a versão do esporte da fita de oito faixas, isso dependerá de inúmeros fatores, os mais óbvios sendo desempenho, confiabilidade e custo.

Duas versões anteriores da mudança eletrônica de marcha, da companhia francesa Mavic, falhavam com freqüência na chuva. E outra companhia, Campagnolo, adiou o lançamento de sua versão devido à desaceleração econômica.

A versão da Shimano, conhecida como Dura-Ace Di2 7970, está sendo usada por três equipes profissionais competindo na Califórnia: Columbia High Road, Garmin Slipstream e Rabobank. Cerca de 10 ciclistas correrão com o sistema, apesar de terem usado o aparelho em apenas um ou dois treinos desde que o receberam no final da semana passada.

Bob Stapleton, proprietário e gerente geral da Columbia, disse que muitos de seus ciclistas tinham dúvidas sobre o uso de bicicletas que podem literalmente ficar sem bateria. O sistema Di2 não tem ativação manual caso a bateria acabe. Isso pode ser irritante ou desastroso, dependendo do terreno e da relação de transmissão que a bicicleta estiver. A Shimano estima que a bateria dure cerca de 1,6 mil quilômetro por carga.

"Suas carreiras podem ser definidas pelos resultados de uma única corrida," disse Stapleton sobre seus corredores. "Portanto, eles priorizam a confiabilidade acima de tudo."

Stapleton, um experiente ciclista amador, tem usado extensivamente o sistema Di2 e é um convertido.

"Acho que toda bicicleta top de linha vai ter um daqui a três anos, talvez menos," disse, acrescentando que o sistema também elimina boa parte da manutenção exigida por sistemas mecânicos.

Um conjunto completo de peças com marchas eletrônicas vai custar cerca de US$ 1.250 a mais do que a última versão mecânica, vendida por cerca de US$ 2.750. O custo de atualizar um sistema Shimano deverá ficar em torno de US$ 2,2 mil. O sistema vai funcionar em praticamente todas as bicicletas de corrida.

Este ano, a Gian, maior fabricante de bicicletas do mundo, vai oferecer uma bicicleta projetada para usar apenas partes eletrônicas por cerca de US$ 14 mil, que inclui o custo do Di2. Se os consumidores aceitarem bem o aparelho, ele provavelmente vai seguir o padrão de outros eletrônicos e baixar de preço significativamente com o tempo.

A tecnologia de mudança eletrônica de marchas passou por um longo tempo de desenvolvimento. Protótipos do primeiro sistema da Mavic, o Zap, fizeram uma breve aparição no Tour de France de 1992 e a companhia lançou sua segunda tentativa, o Mektronic, em 1999.

Tanto Shimano, que está para as peças de bicicleta como a Microsoft está para o software de computador, quanto sua respeitável competidora italiana Campagnolo passaram boa parte desta década testando protótipos do sistema em bicicletas de corredores profissionais. Os protótipos não costumavam ostentar marcas, provavelmente para limitar o constrangimento de resultados infelizes como os do Zap.

Os sistemas da Campagnolo e da Shimano compartilham o projeto básico de descarriladores mecânicos. Um paralelogramo move a corrente para trás ou para frente e, na parte de traseira, há duas rodas que mantêm a corrente firme.

Dois botões eletrônicos atrás da alavanca do freio permitem que o ciclista mude de marcha. Um leve toque em qualquer um dos botões do Di2 envia um sinal eletrônico através de um fio até um pequeno motor dentro do câmbio descarrilador, movendo a corrente com o giro de uma engrenagem helicoidal. Mesmo Devin Walton, porta-voz da Shimano, reconhece que no descarrilador traseiro há pouca ou nenhuma diferença na mudança de marchas entre as opções eletrônica ou mecânica da companhia.

Os ganhos ficam mais óbvios, entretanto, no descarrilador frontal, que move a corrente entre os dois grandes anéis dentados na manivela da bicicleta.

Isso é possível em parte porque o descarrilador eletrônico frontal é capaz de realizar reajustes constantes para refletir as mudanças da posição da corrente causadas pelo descarrilador traseiro, usado com maior freqüência. Isso permite que o frontal use um mecanismo de mudança de marcha mais eficiente, um que poderia até mesmo deixar ciclistas distraídos sem os inoportunos ajustes de um sistema mecânico.

A Campagnolo acredita em seu sistema eletrônico e espera por uma recuperação econômica antes de lançá-lo. "Recebemos respostas extremamente positivas sobre a rapidez, precisão e facilidade da mudança de marchas," disse Lerrj Piazza, porta-voz da Campagnolo.

Como as equipes de ciclismo dependem do patrocínio de empresas como Shimano para sua sobrevivência financeira, muitos ciclistas demonstraram relutância em discutir suas preocupações acerca do sistema, que incluem a possibilidade de falhas na bateria e a dificuldade de mudar marchas usando luvas devido aos pequenos e sensíveis botões. Mas após alguns treinos, George Hincapie, da Columbia, disse concordar com o proprietário da equipe, Stapleton, sobre seus méritos.

"A marcha é impressionante," disse. "Fiquei impressionado no momento em que experimentei."

A ação do sistema eletrônico é tão desprovida de esforço que, comparada às alavancas mecânicas, deixa o usuário se sentindo quase desconectado da bicicleta.

Após experimentar o sistema, Jonathan Vaughters, chefe-executivo da Garmin Slipstream, prevê que ele será inicialmente mais comum em bicicletas especiais para corridas de tempo e triatlos. Vaughters, ex-ciclista profissional, acredita que boa parte da margem de dois segundos com que Chris Boardman ganhou a corrida de abertura do Tour de France de 1997 se deveu ao descarrilador eletrônico Mavic que usava. O aparelho, que funcionou nos 7,3 quilômetros da corrida, permitiu que Boardman mantivesse sua posição aerodinâmica mesmo enquanto trocava marchas.

Se o Di2 se provar confiável e um sucesso no mercado, não espere por uma transmissão automática a seguir. Walton diz que um sistema desse tipo, pelo menos para bicicletas de corrida, precisaria analisar o estado físico de um ciclista, além de ler sua mente.

"Não há como o sistema saber quando você vai disparar," disse Walton. "Em uma competição, você precisa estar no controle."

Tradução: Amy Traduções

The New York Times


Fonte: Terra

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Popular Post

About









- Copyright © Blog da Karol -Metrominimalist- Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -