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Dia Mundia sem carro - 22/09/09




O Que é o dia mundial sem carro!

O Dia Mundial Sem Carro é um movimento que começou em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século 20, e desde então vem se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesões nos cinco continentes. Trata-se de um manifesto/reflexão sobre os gigantescos problemas causados pelo uso massivo de automóveis como forma de deslocamento, sobretudo nos grandes centros urbanos, e um convite ao uso de meios de transporte sustentáveis - entre os quais a bicicleta é a grande vedete.

Belo Horizonte tem aderido de forma tímida, mas crescente a cada ano, ao Dia Mundial Sem Carro, com campanhas e fechamento de ruas para uso exclusivo de pedestres. Em 2005, foi realizada a primeira pedalada pelo grupo MTB-BH para marcar a presença da bicicleta nesse contexto. Em 2006, o pedal-manifesto se repetiu, dessa vez fazendo parte da programação oficial da data, e contando com cerca de 170 ciclistas. E desde então o número vem aumentando a cada edição.

Bicicleta: uma boa altenativa para a melhora do trânsito

A bicicleta é uma excelente alternativa de deslocamento, sobretudo para pequenas distâncias. Leva seu condutor de porta a porta, permite a prática de uma atividade física simultânea ao deslocamento, tem custo baixíssimo e é minimamente afetada por engarrafamentos. Mesmo numa cidade de relevo acidentado como Belo Horizonte, a atual tecnologia de marchas permite a circulação por ruas inclinadas com relativa facilidade. Muitas pessoas têm percebido isso, e o número de ciclistas na cidade tem aumentado visivelmente.

Porém, a nossa infra-estrutura para o uso da bicicleta como meio de transporte é precária. Há pouquíssimos bicicletários e paraciclos, poucas empresas dispõem de vestiários para incentivar seus funcionários a ir de bicicleta para o trabalho, as ciclovias são quase inexistentes e as que existem são pouco estratégicas, o trânsito é hostil aos ciclistas. É com a intenção de procurar reverter esse quadro que o Mountain Bike BH participa do Dia Mundial Sem Carro.

Automóveis: problemas causados pelo uso massivo

Os malefícios causados pelo uso de automóveis são inúmeros e evidentes: poluição atmosférica, efeito estufa, poluição sonora, congestionamentos, doenças respiratórias, sedentarismo, irritabilidade, perda de tempo, consumo de combustíveis fósseis, acidentes, comprometimento de grande parte da renda das pessoas.

Além disso, as viagens de carro degradam a relação dos indivíduos com o espaço público, transformando a rua em um indesejável obstáculo a ser superado no deslocamento de um ponto a outro. Elas também significam um uso desproporcional das ruas, já que a imensa maioria dos carros leva apenas uma pessoa - o que é ainda mais grave em áreas densamente povoadas.

Por fim, o automóvel é um meio de transporte não universalizável, já que seria impensável a existência de um carro por habitante no mundo.



Fonte: http://www.mountainbikebh.com.br/22setembro/

terça-feira, 22 de setembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Pilha NoPoPo é recarregada com água



O nome da nova pilha da empresa japonesa Aqua Power System pode até fazer rir: NoPoPo. Mas, o seu significado (No Pollution Power) mostra que o dispositivo não está para brincadeira. Com pretensões de revolucionar o mercado de baterias, a NoPoPo pode ser recarregada com água.

Ela demorou cinco anos para ser desenvolvida. E, por enquanto, só pode ser usada em objetos pequenos, geralmente alimentadas por pilhas AA. Pelas fotos no site do fabricante, os pacotes com duas ou quatro pilhas já vêm com uma seringa, utilizada para injetar água ou outro líquido nas NoPoPos. Segundo os desenvolvedores, isso é suficiente para mantê-la funcionando por até 15 horas.

A Aqua Power System pretende colocar as NoPoPos no mercado europeu até o final do ano.


Fonte: INFO Abril

quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

O poder de cada gigante

"É muito fácil fazer grandes coisas acontecerem quando se é um gigante". Esse é slogan da empresa alemã fornecedora de energia RWE. Além de fofo, o vídeo publicitário (no final do post) nos faz pensar em quantos gigantes temos em nosso país e o quanto cada um deles poderia fazer para tornar a matriz energética do Brasil ainda mais limpa. Ao contrário, muitos têm concordado com a construção de mais termelétricas e usinas nucleares, como quer o governo, indo na contramão da tendência mundial de economias de baixo carbono.

Na semana passada, mais de 20 gigantes brasileiras se comprometeram, em carta aberta ao governo federal, a reduzirem suas emissões de carbono para contribuírem no combate às mudanças climáticas. Elas ainda cobraram que o poder público assuma um compromisso mais efetivo no corte nacional de emissões nas negociações do clima em Copenhague, no final do ano, durante a 15ª COP – Conferência das Partes (Leia post: Empresas garantem: vão reduzir emissões).

Em esferas menores, cada um de nós é um gigante e tem poder de influenciar pessoas e decisões à nossa volta, além de escolher os representantes do país por meio do voto.

Não abra mão do seu poder...

RWE Energy Giant from Andrés Rosas Hott on Vimeo.

Fonte: Super Interessante
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Sacolas Plásticas X Sacolas Retornaveis



Para pensar.
Eu ja migrei para as sacolas de pano e vc?
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Seja Burro!

sexta-feira, 22 de maio de 2009
Posted by Karol Hoffmann

IPI ZERO

“Bicicletas para todos” é o slogan da campanha em defesa da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados para bicicletas, suas partes e peças. A campanha tem como objetivo sensibilizar os senadores a aprovarem o Projeto de Lei nº 166 de 2009, de autoria do senador Inácio Arruda, propondo IPI zero para esse meio de transporte utilizado hoje por mais de 10% da população brasileira. Para participar da campanha basta acessar AQUI e assinar o abaixo assinado pela aprovação do projeto de Lei 166/2009.

O Brasil é o terceiro maior produtor de bicicleta do mundo. O IPI zero para bicicletas vai movimentar a atividade econômica do país, aumentando o número de empregos e do consumo de outros setores. É um projeto que vai ajudar o Brasil a enfrentar a crise econômica, a exemplo do que fez o Presidente Lula quando baixou o IPI de carros, caminhões e de eletrodomésticos (a chamada linha branca).

IPI zero para as bicicletas significa mais trabalhadores, estudantes e esportivas com acesso facilitado a um equipamento que preserva o meio ambiente, pois não polui; tem alta eficiência energética, porque seu descolamento só depende da energia humana; contribui para a saúde do usuário, mantendo o bem estar físico e mental; é um meio de transporte rápido para distâncias curtas, além de ser um importante instrumento de lazer e de práticas esportivas.


Fonte: Senador Inacio

quinta-feira, 21 de maio de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Campanha eu pedalo eu reciclo - CALOI


A Caloi é a primeira empresa do ramo a implantar um projeto de reciclagem. Em parceria com o Instituto Viva Vida, o programa busca coletar e reciclar pneus de bicicleta. Inicialmente a iniciativa está sendo implantada somente em São Paulo, onde os pneus gastos e inservíveis estão sendo coletados em Bike Shops.
Após serem triturados, serão transformados em produtos ecológicos, que além de preservar o meio ambiente ainda geram empregos.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Posted by Karol Hoffmann

Turbinas eólicas fornecem energia ecológica no Alasca

Turbinas eólicas no Alasca refletem um interesse crescente em energia limpa

Turbinas eólicas no Alasca refletem um interesse crescente em energia limpa


Para além dos barcos de pesca, das casas confortáveis e dos tanques de combustível diesel que marcam a aldeia esquimó de Tooksook Bay, na costa do Mar de Bering, três imensas turbinas eólicas se erguem por sobre a tundra. As lâminas giram lentamente em uma brisa fria o suficiente para gelar a pele.

» Veja as turbinas eólicas que produzem energia no Alasca

Uma das paisagens mais ásperas dos Estados Unidos está se provando terreno fértil para a energia ecológica.

À medida que aumenta o interesse por formas mais limpas de geração de energia em todo o país, o Alasca rapidamente se torna um campo de testes para novas tecnologias e vem oferecendo uma improvável experiência de apoio à energia renovável em um Estado produtor de petróleo. Os moradores do Alasca costumavam desconfiar de qualquer indício de ambientalismo, mas hoje vêm investindo seriamente na energia ecológica, não tanto para reduzir as emissões de poluentes quanto para economizar dinheiro.

Em aldeias distantes como Tooksook Bay, onde o diesel que aciona os geradores chega de barcaça e pode custar mais de US$ 1,30 por litro, a eletricidade de fontes renováveis, como o vento, já é competitiva com a energia propiciada por combustíveis fósseis. Em áreas urbanas ao longo do limitado sistema rodoviário do Estado, grandes projetos hidrelétricos e de energia eólica estão também se tornando atraentes.

O Alasca produz mais petróleo que qualquer outro dos Estados norte-americanos, excetuado o Texas, mas a maioria dele é vendida fora da região. O mercado pequeno e o custo elevado de transporte mantiveram altos os preços locais dos combustíveis. Com a disparada nos preços do petróleo, um ano atrás, os cofres estaduais se encheram de dinheiro gerado pelos impostos relacionados ao petróleo, mas o crescente custo do diesel e de outros combustíveis causou uma pequena crise local.

Em 2008, a governadora Sarah Palin e os legisladores estaduais responderam com a promessa de US$ 300 milhões em prazo de cinco anos para beneficiar as empresas de energia, os produtores independentes de energia ou os governos locais interessados em planejar ou implementar projetos de energia renovável. Trata-se de uma soma substancial para um Estado com apenas 670 mil habitantes.

"O petróleo costumava ser barato e conveniente", disse Steve Haagenson, apontado no ano passado por Palin para a coordenação estadual de energia. "Hoje, ele é apenas conveniente".

Os defensores da energia renovável dizem que o Alasca, com suas costas expostas a ventos fortes, seus rios inexplorados e seus grandes recursos em força das marés e das ondas, poderia rapidamente se tornar um líder nacional no campo da energia renovável. O Estado gera quase 24% de sua eletricidade de fontes renováveis - quase exclusivamente hidrelétricas -, e Palin anunciou no mês passado que seu objetivo era chegar aos 50% até 2025.

"Os preços baixos que vigoram atualmente para o petróleo não deveriam despertar nos cidadãos do Alasca uma falsa sensação de segurança, como se fossem perdurar", afirmou a governadora.

Os ambientalistas preocupados com o impacto da mudança climática, que já é bastante aparente no Alasca, apóiam fortemente os investimentos do Estado em energia renovável. Mas a força propulsora entre os políticos é econômica.

Em muitas áreas rurais do Estado, os altos custos do combustível resultaram em preços de até US$ 0,75 por kilowatt-hora, cinco a 10 vezes superiores aos vigentes nos 48 Estados contíguos dos Estados Unidos. A despeito dos altos custos de instalação e da necessidade de proteger o equipamento contra o frio intenso, as turbinas eólicas podem muitas vezes produzir eletricidade a custo inferior ao dos geradores diesel, ao eliminar a necessidade de combustível.

A Associação Elétrica de Kotzebue, no noroeste do Alasca, foi a primeira a demonstrar o valor da energia eólica para projetos em larga escala de energia, em 1997. Desde então, nove outras comunidades rurais instalaram turbinas e há dezenas de outras contemplando projetos.

Uma revisão estadual concluída em 2008 determinou que a energia eólica era técnica e talvez financeiramente viável em mais de 100 aldeias do Alasca, de acordo com Martina Dabo, a coordenadora de programas de energia eólica na Autoridade de Energia do Alasca, uma organização pública que tem por missão reduzir o custo da energia.

A Northern Power Systems, uma empresa fabricante de turbinas eólicas em Barre, Vermont, vem aproveitando o novo interesse do Alasca no vento. A empresa projetou sua turbina de 100 kilowatts para operação no Polo Sul, que não é um grande mercado, mas agora tem turbinas em oito aldeias do Alasca, incluindo Tooksook Bay.

Embora as grandes distâncias e a demanda limitada prejudiquem seu desenvolvimento, os recursos de energia renovável do Alasca são imensos e diversificados, quando comparados aos de outros Estados. De acordo com Roger Bedard, do Instituto de Pesquisa da Energia Elétrica, o Alasca conta com mais de metade dos recursos de energia gerada por ondas oceânicas dos Estados Unidos, e mais de 90% dos recursos de energia hídrica e das marés.

Em Tooksook Bay, os moradores acreditam que as turbinas eólicas tenham impedido que as contas de luz subissem tanto quanto o preço do petróleo.

"Creio que as turbinas sejam muito, muito úteis", disse Alexie Jimmie, dono da Bayview, uma das duas lojas de Tooksook Bay. "De outra forma, pagaríamos ainda mais do que já estamos pagando".

Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times


Fonte: Terra

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Posted by Karol Hoffmann

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